Anuciando Esperança Que em Breve Jesus Voltará

A polêmica do crucifixo nas escolas públicas italianas




Em artigo publicado na Folha de S. Paulo (Tendências/Debates, 7/11), defendi a decisão da Corte Europeia de Direitos Humanos que determinou a retirada dos crucifixos das escolas públicas italianas, pois assegura o direito dos pais de educarem os filhos de acordo com suas próprias convicções religiosas, conforme a Convenção Europeia de Direitos Humanos (1950). Certamente, a Corte não levou em conta apenas a liberdade religiosa da requerente (senhora Lautsi), mas também de todos os pais ateus, agnóstico e de outras confissões religiosas, cujos filhos frequentam escolas públicas na Itália. Não se trata, portanto, de fazer valer o direito de apenas uma única pessoa em face de uma maioria religiosa católica.

No sistema democrático, o direito da maioria não é superior ao direito da minoria. Tanto a maioria quanto a minoria possuem exatamente os mesmos direitos. A corte de Estrasburgo reconheceu o direito individual à liberdade religiosa, independentemente de o individuo pertencer à minoria ou à maioria religiosa. Democracia não admite a ditadura da maioria. Atribuir à maioria direitos superiores aos da minoria seria uma forma de negar que todos os cidadãos possuem os mesmos direitos. A universalidade dos direitos humanos é legado das declarações liberais do século XVIII, como a Declaração de Independência dos Estados Unidos de 1776. Assim, o art. 1º da Declaração Universal de Direitos Humanos de 1948 estabelece que “todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos”.

O direito à liberdade religiosa da minoria tem o mesmo valor do da maioria. Assim, se uma confissão tem o direito de ter seus símbolos religiosos exibidos pelo Estado nas escolas públicas, as demais confissões também teriam o mesmo direito. Por outro lado, o Estado, no contexto laico, tem o dever de se manter neutro diante do pluralismo religioso existente na sociedade, sem favorecer uma religião, ainda que majoritária, em detrimento das demais confissões.

A decisão da Corte Europeia de Direitos Humanos é justa e protege o direito individual à liberdade religiosa. Ela não impede que os indivíduos, as igrejas e as confissões religiosas exerçam o direito de exibir seus símbolos. Proíbe apenas que o Estado Italiano exiba símbolos religiosos nas salas de aula das escolas públicas, pois assim estaria promovendo uma única religião e negando a educação laica para seus cidadãos.

Se a Corte de Estrasburgo negasse o direito à liberdade religiosa da senhora Lautsi e de suas crianças, estaria, por conseguinte, privilegiando o relativismo cultural em detrimento da universalidade dos direitos humanos. A identidade cultural do povo italiano tem sido utilizada para reprovar a decisão da Corte. Nessa esteira, contudo, cumpre relembrar que a tese da universalidade dos direitos humanos saiu vencedora na famosa conferência de Viena de 1993. Assim, não se pode violar o legítimo direito à liberdade religiosa em nome da identidade cultural do povo italiano.

A decisão da Corte Europeia reconhece o direito fundamental à liberdade religiosa do indivíduo e leva a sério a separação entre a Igreja Católica e o Estado que foi estabelecida no art. 7, alínea 1, da Constituição Italiana de 1947. Ademais, leva a sério o direito internacional e a Convenção Europeia dos Direitos Humanos da qual a Itália é signatária. Por isso, não se trata de decisão hostil à religião.

A Corte de Estrasburgo não poderia de forma alguma violar o direito à liberdade religiosa com o argumento de salvaguardar a cultura europeia. Na realidade, a sentença está de acordo com o legado maior deixado pelo próprio cristianismo: separação entre a Igreja e o Estado, tolerância, fraternidade, dignidade da pessoa humana, direitos humanos e, consequentemente, igual liberdade de pensamento, de crença e de religião para todos. Nesse sentido, ao ser entrevistado pelo jornalista Heródoto Barbeiro, no jornal da rádio CBN, eu afirmei que cristianismo é muito mais do que crucifixo pendurado na parede. Importa relembrar e promover esses valores que são universais. Mesmo alguns daqueles pais fundadores da nação norte-americana – Estados Unidos –, que não eram cristãos, entenderam a validade universal desses ensinamentos cristãos e ajudaram a erigir a metáfora do muro de separação entre a religião e o Estado, como pressuposto de um Estado democrático, fraterno e pluralista.

Por fim, não se pode dizer que a decisão de Estrasburgo estaria em consonância com a concepção de Estado ateu. Isso porque, é absolutamente condizente com a neutralidade do Estado diante do fenômeno religioso. A decisão não tende, portando, nem à religião nem tampouco ao ateísmo: é neutra, assim como o Estado laico deve ser neutro tanto na Itália quanto no Brasil.

(Aldir Guedes Soriano, advogado e membro da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB-SP. É coordenador da obra coletiva Direito à Liberdade Religiosa: desafios e perspectivas para o século XXI, Editora Fórum, 2009)
Fonte: Criacionismo.com.br

20 minutos de exercícios, 12 horas de bem-estar



Uma simples caminhada ou um passeio de bicicleta no parque são capazes de promover bom humor em grande parte do dia, revela uma nova pesquisa. A razão é química.

A boa fama das endorfinas, substâncias por trás daquele barato natural que dá as caras logo depois da prática esportiva, dura mais do que alguns minutos, como se pensava até poucos dias atrás.

Pesquisadores da Universidade de Vermont nos Estados Unidos, acabam de comprovar que a euforia saudável proporcionada por essas moléculas despejadas no cérebro durante a atividade física perdura até 12 horas, garantindo muita disposição.

Os cientistas americanos dividiram 48 indivíduos em dois grupos: metade faria exercícios e o restante permaneceria sedentário. Antes de iniciarem os testes, os participantes responderam a questionários sobre sua disposição mental. Em seguida, os integrantes do grupo da atividade física pedalaram por 20 minutos em intensidade moderada. Por fim, para avaliar o estado de espírito de todos os voluntários, os cientistas pediram a eles que respondessem às mesmas questões uma, duas, quatro, oito, 12 e 24 horas após o experimento. “Notamos que os distúrbios de humor diminuíram significativamente nas pessoas que pedalaram. Esse efeito foi observado imediatamente após a atividade e persistiu por 12 horas”.

Revela o autor do estudo, Jeremy Sibold. “Embora haja evidências de que os níveis de endorfina caiam rapidamente na circulação, acreditamos que seu tempo de atuação na massa cinzenta seja suficiente para anular o estresse e o cansaço por um tempo muito maior.” Aí, com o ânimo recobrado, a pessoa se sente numa boa, até que o bombardeio do dia a dia volte a sobrecarregá- la. Assim, o ideal seria repetir no dia seguinte mais uma sessão breve — e eficaz — de exercício.

O fato é que bastam 20 minutos de treino aeróbico para que seu corpo produza essas aliadas do bem-estar. “Em casos de transtornos como ansiedade e depressão, a atividade física é prescrita como parte do tratamento”. “E, além de combater a tristeza e o desânimo, as endorfinas ainda aumentam a resistência física e mental, fortalecem a memória e o sistema imunológico”, completa.

Classificadas como neuro-hormônios, as endorfinas conduzem impulsos elétricos entre os neurônios, as células cerebrais, proporcionando uma sensação de conforto contínua. Mas, para obter esse benefício, é preciso fazer por onde. “Garantir uma produção estável e equilibrada exige um padrão de atividade física regular”.

Dormir bem também é fundamental para que a massa cinzenta encontre paz e equilíbrio. “Há indícios científicos de que um sono de qualidade associado à prática esportiva potencialize a liberação de endorfinas”, diz o médico do esporte Victor Matsudo. Lance mão dessa dupla e aproveite.
Fonte: Emerson Nolasco

Lobos devoradores de dinheiro




No último domingo pela manhã (1º/11), fiquei em casa com minha família. Antes do almoço, resolvi ligar um pouco a TV para ver o que estava sendo exibido. Fiquei espremendo o controle remoto para ver se conseguia alguma coisa boa. Incrível como não tem nada de produtivo! Enquanto espremia, vi o pastor de uma igreja evangélica fazendo um discurso bem eloquente que, resumidamente, dizia: “Estou precisando de 305 pessoas corajosas, que tenham fé e propósito. 305 pessoas que desejam receber de Deus uma bênção especial. Se você é uma dessas pessoas, quero lhe convidar para entrar em contato conosco através do telefone que está em seu vídeo. O número é limitado, portanto, ligue com urgência, pois só aceitaremos 305 pessoas. As mesmas deverão fazer o seu pedido especial e nos informar seu nome para orarmos por elas. Deus irá responder nossa oração atendendo ao seu pedido. Mas para você participar deverá realizar uma doação de R$ 180,00. Você pode dividir esse valor em até três vezes em seu cartão de crédito. Não fique de fora dessa; venha receber a bênção de Deus.”

O que falar também de pedido de oração via mensagem de celular? Aquele que envia paga um pequeno valor para alguém orar por eles. Incrível! Incrível! Incrível como as pessoas estão ficando cegas. O desejo pelo lucro está cegando as pessoas e levando-as a enganar inocentes sofredores que enfrentam dificuldades de todas as formas para doar até o que não têm para poder participar dessas campanhas lastimáveis.


Por que não orar por pessoas sem nada pedir em troca? Por que não orar por todos que estão sofrendo pelo desemprego, pela enfermidade, pela separação, pela dor íntima do coração por causa de um filho, do(a) esposo(a), de um ente querido hospitalizado, por alguém que enfrenta dificuldades financeiras, por alguém que sofre neste mundo, sem nada cobrar deles? Será que somente quem tem R$ 180,00 tem fé e propósito? E aqueles que sofrem e não têm essa quantia? Como eles ficarão? Quem orará por eles? Por que não orar por todos esses e deixar Deus mover o coração daqueles que têm condições a doarem por gratidão? Isso é o correto, mas cobrar “doação” por uma oração é uma heresia que jamais encontrará apoio bíblico.

Paulo declarou: “Mas, não digo isto para que os outros tenham alívio, e vós opressão. Mas para igualdade: que, neste tempo presente, a vossa abundância supra a falta dos outros, para que, também, a sua abundância supra a vossa falta, e haja igualdade. Como está escrito: O que muito colheu não teve demais; e, o que pouco, não teve de menos” (2 Coríntios 8:13-15)

Esta é a orientação bíblica, dar para suprir a necessidade do próximo. Isso é amor. Não podemos tirar daqueles que quase não têm para ajudar outros que estão tendo de sobra a consumirem mais ainda. Isso é uma lástima! Deus apela à Igreja de Éfeso para retornar ao amor fraternal (Apocalipse 2:4). O amor que dá e não pede nada em troca. O amor que ora e intercede e confia em Deus para suprir sua necessidade. O amor que Cristo disse que esfriaria de quase todos (Mateus 24:12).

Paulo adverte quanto ao uso do evangelho para obtenção de lucro: “Contendas de homens corruptos de entendimento e privados da verdade, que cuidam que a piedade seja causa de ganho: aparta-te dos tais... Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se trespassaram a si mesmos com muitas dores” (1 Timóteo 6:5-10).

A oração é algo que não pode ser pago, é de graça. Se você deseja dar uma oferta de gratidão, faça reconhecendo que não está pagando, mas apenas sendo grato(a) ao Senhor por Suas bênçãos.

De forma sutil, Satanás está guiando diversos pastores evangélicos ao mesmo erro cometido na Idade Média, confirmando o que está escrito em Eclesiastes 1:9 (“O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer: de modo que nada há novo debaixo do sol.”) Os enganos são sempre os mesmos; eles somente são vestidos com nova roupagem.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia faz suas programações e não solicita ofertas (exemplo: “Futuro com Esperança”, realizado na última semana, transmitido em cadeia nacional pela TV Novo Tempo). Os programas de televisão não pedem doações, pelo contrário, distribuem gratuitamente estudos bíblicos aos telespectadores. Os pedidos de oração são realizados por telefone e pela internet e nada é cobrado. Literaturas são distribuídas gratuitamente. Bíblias são doadas àqueles que se decidem pelo batismo. Todo material para as programações é distribuído gratuitamente. Quando cobrado, é um valor simbólico, como aconteceu com o livro Sinais de Esperança que custou apenas R$ 1,90, e foi adquirido pelos membros e repassado gratuitamente aos amigos não adventistas.

Por que nossa igreja não está cheia? Por que as pessoas tendem a procurar igrejas que exigem delas altas quantias em dinheiro? A resposta é simples: as pessoas tendem a desmerecer o que é dado gratuitamente. Elas querem Cristo, mas querem pagar por Ele. “É de graça? Então não presta.” É o que percebemos com a atitude de muitos.

Quero afirmar, querido amigo, que pela salvação, que pela intercessão de Cristo por você, foi pago um preço que você jamais poderia pagar. Custou a morte e o sangue do Filho do Deus. Não O despreze. Você não precisa pagar ninguém para orar por você. Deus está ao seu lado querendo ouvir sua oração. Ele está ansioso para ouvir sua voz lhe chamando de Pai.

“Cheguemo-nos, pois, com confiança, ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hebreus 4:16).

“Ó vós, todos os que tendes sede, vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite” (Isaías 55:1).

Venha sem dinheiro. Cristo não quer seu dinheiro, Ele quer seu coração. Se você desejar dar uma oferta de gratidão, faça, Ele aceita, pois a obra dEle precisa, mas saiba que Ele não é convencido a amar você e abençoá-lo(a) pela sua oferta. Ele o(a) ama há muito tempo, mesmo antes de você nascer (1 João 4 8 e 19).

“E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida” (Apocalipse 22:17).

(Hilton Robson Oliveira Bastos, ex-pastor da Igreja Universal do Reino de Deus)
Fonte: Michelson Borges-Criacionismo

Seria errado ter uma Árvore de Natal na igreja?



Olá! Está se aproximando o Natal, e os preparativos para o mesmo já começaram. Os momentos de festa objetivam, também, deixar-nos mais cheios de alegria, e não de dúvidas. E entre nós cristãos, a cada fim de ano, sempre surge esta pergunta: “Seria errado ter uma árvore de natal na igreja?”. Bom, desta vez, vou deixar que uma conselheira bem mais experiente que eu responda a pergunta. Portanto, com você, Ellen G. White:
“Deus muito Se alegraria se no Natal cada igreja tivesse uma árvore de Natal sobre a qual pendurar ofertas, grandes e pequenas, para essas casas de culto. Têm chegado a nós cartas com a interrogação: Devemos ter árvores de Natal? Não seria isto acompanhar o mundo? Respondemos: Podeis fazê-lo à semelhança do mundo, se tiverdes disposição para isto, ou podeis fazê-lo muito diferente. Não há particular pecado em selecionar um fragrante pinheiro e pô-lo em nossas igrejas, mas o pecado está no motivo que induz à ação e no uso que é feito dos presentes postos na árvore.
A árvore pode ser tão alta e seus ramos tão vastos quanto o requeiram a ocasião; mas os seus galhos estejam carregados com o fruto de ouro e prata de vossa beneficência, e apresentai isto a Deus como vosso presente de Natal. Sejam vossas doações santificadas pela oração”. Review and Herald, 11 de dezembro de 1879.
“As festividades de Natal e Ano Novo podem e devem ser celebradas em favor dos necessitados. Deus é glorificado quando ajudamos os necessitados que têm família grande para sustentar”. Manuscrito 13, 1896.
Árvore de Natal com Ofertas Missionárias não é Pecado
“Não devem os pais adotar a posição de que uma árvore de Natal posta na igreja para alegrar os alunos da Escola Sabatina seja pecado, pois pode ela ser uma grande bênção. Ponde-lhes diante do espírito objetos benevolentes. Em nenhum caso o mero divertimento deve ser o objetivo dessas reuniões. Conquanto possa haver alguns que transformarão essas reuniões em ocasiões de descuidada leviandade, e cujo espírito não recebeu as impressões divinas, outros espíritos e caracteres há para quem essas reuniões serão altamente benéficas. Estou plenamente convicta de que inocentes substitutos podem ser providos para muitas reuniões que desmoralizam”. Review and Herald, 9 de dezembro de 1884.
O meu desejo, querido irmão, é que, neste Natal, sua igreja possa ser uma benção cristã para a sociedade.
Boas festas!

Valdeci Junior.

O Espírito Santo não é um ser pessoal por causa de Maria?




Essa é uma novidade da parte de dissidentes. Veja o questionamento a seguir e tire suas próprias conclusões:
“Gostaria de saber qual o seu entendimento sobre Efésios 4:30, que diz que o Espírito Santo se entristece. Muitos acreditam que por este motivo é uma pessoa. E o que dizer de Lucas 1:46 e 47 que diz que o espírito de Maria se alegrou? Neste caso, o espírito de Maria também não seria uma pessoa por que se alegra?”
Vamos à resposta:
O termo “espírito” tem na Bíblia várias traduções. Se refere aos sentimentos, ao fôlego de vida de Deus que nos mantém, a pessoas vivas (como no caso de Hebreus 12:22, 23), etc.
No caso de Maria, o CONTEXTO indica que o termo grego para “espírito” se refere ao íntimo de dela. Ela está expressando uma alegria que vem do INTERIOR.
Já em Efésios 4:30, o termo “Espírito” se refere a uma pessoa porque tal Ser que pode ser entristecido (uma energia impessoal não fica triste…) NOS SELA PARA A SALVAÇÃO – e só um Ser Divino pode fazer isso. Pelo fato de o Espírito Santo poder ser também ofendido (Hebreus 10:29), ficar irritado (Miquéias 2:7) e ficar alegre (1 Tessalonicenses 1:6), podemos tranquilamente chegarmos a conclusão de que em Efésios 4:30 é apresentado um Ser que se entristece quando realizamos os pecados mencionados no verso 31 (quando pecamos entristecemos A DEUS).
E, para finalizar, o fato de em João, dos capítulos 14-16 serem empregados vários PRONOMES PESSOAIS GREGOS ao Espírito, isso é conclusivo para nos levar a crer que Ele é uma Pessoa. O termo grego para “Ele” nos capítulos citados é “ekeinos” e significa “Ele mesmo”, “Este”. NUNCA a Bíblia empregaria um pronome pessoal masculino para se referir a um mero “poder”.
Além do mais, a Palavra não diz que o Espírito “é” um poder, mas, que Ele “tem” poder:
“E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo [aqui não poderia ser aceita a tradução "no poder do poder"...].” Romanos 15:13.
Um abraço e que Deus continue a iluminá-lo em seus estudos,
Leandro Quadros.
Ps: É impressionante o quanto dissidentes, de maneira desesperada, distorcem a Bíblia para apoiar heresias absurdas de que o Espírito Santo não é um Deus Pessoal.
Fonte: Na Mira da Verdade

Reflexão: Bom Nome




O bom nome vale mais do que muita riqueza; ser estimado é melhor do que ter prata e ouro. Provérbios 22:1

Eu não queria ter ido ao cemitério com meus pais no tal Dia dos Mortos. Mas já que me obrigaram, eu fui. Tinha duas opções: ficar emburrado ou obedecer e ir. Preferi a segunda. Decidi comigo mesmo que iria me divertir. Mas quando cheguei lá, percebi que o clima não era favorável a diversões. Então, comecei a andar no meio dos túmulos e a observar os dados das pessoas que tinham sido sepultadas ali. Até que foi legal! Vi túmulos milionários e túmulos simples. Observei as inscrições e li uma que dizia assim: “Fique frio. Um dia você virá para cá.” Foi como uma paulada na minha cabeça. Mexeu comigo. Fiquei quieto e comecei a pensar no dia da minha morte. Será que vou viver muitos anos? Ou vou morrer jovem? Vou morrer de morte natural? Ou vou sofrer algum acidente? Será que vou adoecer? Confesso que fiquei pirado.

Pare com isso, Léo! Jesus disse: “Não fiquem preocupados com o dia de amanhã [...] Para cada dia bastam as suas próprias dificuldades”(Mateus 7:34). Esqueça a morte. Pode ser que você nunca morra. Existe a possibilidade de Jesus encontrá-lo vivo no dia em Ele voltar.

Agora, acho que você deveria se preocupar em construir um bom nome – não para aparecer ou para ficar famoso, mas para viver uma vida digna.

O que seria um bom nome? Na Bíblia, o nome das pessoas revela o caráter e a reputação delas. Só que as duas coisas são diferentes. Caráter é aquilo que realmente a pessoa é, enquanto reputação é o que as pessoas pensam que ela é. Nem sempre a reputação corresponde ao caráter e o caráter à reputação. É que as pessoas podem aparentar alguma coisa que não são.

Espero que você se preocupe com a formação e o desenvolvimento de seu caráter. Ele lhe dará um bom nome. Isso significa que na sociedade na qual você vive as pessoas terão um bom conceito a seu respeito. Não duvidarão de sua integridade e confiarão em você.

Não há dinheiro que pague o preço de um bom nome. E, quando Jesus voltar, a única coisa que Seus filhos levarão da Terra para o Céu será o caráter que aqui adquiriram.

Portanto, mãos à obra! Com a graça de Deus, você pode ter um bom nome aqui e no Reino de Deus.

Reflexão: O Cultivo das Faculdades




Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? 1 Coríntios 6:19


A saúde é um grande tesouro. É o mais valioso bem que os mortais podem possuir. Riqueza, honra ou cultura custam muito caro se forem adquiridas com prejuízo do vigor da saúde. Nenhuma dessas realizações pode assegurar a felicidade, se não houver saúde. É um terrível pecado abusar da saúde que Deus nos deu; pois todo abuso dessa natureza debilita a nossa vida e constitui um prejuízo, mesmo que obtenhamos toda a educação possível. [...]

A pobreza, em muitos casos, é uma bênção; pois evita que os jovens e as crianças sejam arruinados pela inatividade. Tanto as faculdades físicas como as mentais devem ser cultivadas e desenvolvidas devidamente. O primeiro e constante cuidado dos pais deve ser o de ver que os filhos tenham constituição vigorosa, para que possam ser homens e mulheres sadios. É impossível alcançar esse objetivo sem exercício físico.

Para a própria saúde física e bem moral, as crianças devem ser ensinadas a trabalhar, mesmo que a necessidade não o requeira. Se querem ter caráter puro e virtuoso, devem desfrutar da disciplina de um trabalho bem equilibrado, que ponha em atividade todos os músculos. A satisfação das crianças por serem úteis e praticarem atos de abnegação para ajudar a outros será o prazer mais salutar que já experimentaram. [...]

O trabalho físico não impedirá o cultivo do intelecto. Longe disso. As vantagens obtidas pelo trabalho físico darão equilíbrio à pessoa e impedirão que se sobrecarregue a mente. O trabalho atuará sobre os músculos e aliviará o cérebro cansado. [...]

Não se requer uma coisa frágil, impotente, adornada com exagero e que ri tolamente para fazer uma mulher nobre. É necessário um corpo são para ter um intelecto são. Saúde física e conhecimento prático de todos os deveres domésticos necessários jamais constituirão um obstáculo para um intelecto bem desenvolvido [...]

A mente humana precisa ter atividade. Se não estiver ativa na direção certa, estará ativa na direção errada. A fim de conservá-la em equilíbrio, o trabalho e o estudo devem estar unidos nas escolas (T3, p. 150-153).